Grandes riscos: Os jovens precisam de seguro de vida?

Os jovens precisam de seguro de vida?

Se você é jovem e faz parte da geração do Milênio (entre 18 e 34 anos), provavelmente, acredita que você não precisa de um seguro de vida. Afinal, você não quer pensar em algo que vai acontecer num futuro distante: a morte. Você já deve estar pensando “vou para de ler este texto porque tem muita energia negativa”. Mas, vamos deixar de ser supersticiosos e encarar a realidade de frente. O seguro de vida não trata apenas da morte do segurado, mas de eventos inesperados que acontecem na vida e que impossibilitam o segurado de gerar renda para seus dependentes.

O seguro de vida traz tranquilidade ao provedor, garantindo a qualidade de vida para aqueles que dependem dele financeiramente. O jovem da nova geração é mais tardio, casa-se e tem filhos mais tarde, compra imóvel depois dos 30 anos, então para que investir nessa modalidade de seguro? A abrangência do seguro de vida vai além da cobertura financeira da educação dos filhos ou manutenção de dependentes, mas garante um respaldo financeiro assegurado ainda em vida.

Independente de ter ou não dependentes, em caso de invalidez, por exemplo, somente um seguro de vida com cobertura adicional para invalidez e/ou doenças graves garante a manutenção da renda. Em caso de morte, as despesas com impostos, inventário, escritura e outras podem trazer grandes problemas para os herdeiros (cônjuge, filhos, pais etc).

É importante ressaltar que quanto mais jovem se contrata um seguro, menores serão as parcelas a serem pagas (já que algumas parcelas são corrigidas somente pela inflação). Parcelas menores serão uma grande vantagem já que todos nós pretendemos viver muitos anos, garantindo um rendimento maior. E não se preocupe, dependendo do produto escolhido, decorrido o prazo de vigência, você poderá reincidir o contrato  e receber um parte ou a totalidade dos valores pagos.

Ex-jogador de futebol, economista e advogado. Fagner Marques trabalha como consultor financeiro pessoal, faz atendimentos presenciais e por Skype e ministra palestras de educação financeira para diversos públicos.

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