Veja como será o trabalho em 2018

Funcionários tratados como clientes por empresas, trabalhando em um espaço sem divisões e que foram contratados não pelo que sabiam fazer, mas, sim, pelo seu potencial profissional.

É dessa forma que a consultoria PSFK Labs, de Nova York, enxerga o ambiente de trabalho em 2018. A empresa tem clientes como IBM, Microsoft e GE. Eles publicam relatórios sobre o cenário de um determinado setor -o primeiro foi sobre o futuro do varejo. No começo deste ano, lançaram um estudo chamado “O Futuro do Trabalho”, em que a consultoria identifica práticas que devem estar mais presentes nas empresas daqui a cinco anos.

Ao longo do ano passado, foram feitas 1.200 entrevistas com funcionários, empresários e especialistas de companhias de diversos portes.

Piers Fawkes, sócio da consultoria, diz que as corporações “precisarão ter uma cultura de flexibilidade para se adaptar às mudanças do mercado, e isso terá um impacto grande sobre como iremos trabalhar no futuro”.

Essas ideias, identificadas principalmente em empresas de tecnologia dos EUA, vão demorar muito mais do que cinco anos para chegar no Brasil, opina Elvira Berni, sócia-diretora da consultoria People on Time. Ela considera que os executivos que estão hoje no comando das grandes empresas aqui não dão muita importância a esse tipo de novidade. Os novos profissionais, sim, mas “mudanças de baixo para cima acontecem lentamente”, diz.

Para Ricardo Antunes, professor titular de sociologia do trabalho da Unicamp, hoje, a fábrica taylorista, cujas regras foram escritas em estudos de Frederick Taylor (1856-1915), “foi substituída pela empresa enxuta, baseada em metas e flexível”.

A motivação de mudanças na forma de trabalhar acontecem porque as empresas se organizam levando em conta a produtividade no trabalho. “A flexibilização produtiva trouxe uma alteração organizacional e espacial.”

03/03/2013 – 06h01 FELIPE GUTIERREZ DE SÃO PAULO

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Fagner Nogueira Marques é sócio fundador da Nogueira Marques Consultores Associados e ministra palestras sobre educação financeira para empresas e atletas, principalmente, jogadores de futebol. É bacharel em Direito pela Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, advogado regularmente inscrito nos quadros da OAB/SP, bacharel em Ciências Econômicas pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP. Possui a certificação da Anbid CPA-20 e também a certificação de Agente Autônomo de Investimentos, concedida pela ANCORD e pós graduação em Psicologia Econômica pela USP (Fipecafi).

Ex-jogador de futebol, economista e advogado. Fagner Marques trabalha como consultor financeiro pessoal, faz atendimentos presenciais e por Skype e ministra palestras de educação financeira para diversos públicos.

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